Conversa de Irmã

    Alma irmã, não te amedrontes
    Na senda em que te renovas,
    Ante o cadinho das provas
    Do mundo a te constranger.

    Pela bússola da
    Já conheces como e onde
    A obrigação se te esconde
    Nos vínculos do dever.

    Segue adiante e não temas
    As frases cruéis que escutas,
    Calúnias, sarcasmos, lutas
    Que te buscam destruir

    Esses venenos da estrada
    Misturas de treva e lodo,
    Desaparecem, de todo,
    Se te deténs a servir.

    Se a incompreensão te molesta
    Por mais que a mágoa te doa,
    Suporta, ouvida, perdoa
    Nas lides a que te dás;

    Quem elege no silêncio
    O apoio de cada dia,
    Faz-se ponte de harmonia
    Para o serviço da paz.

    No Lar que o Céu te concede.
    Espera-te a confiança,
    Se o fel da intriga te alcança
    Por sofrimento a transpor.

    Converte o fio de sombra
    Em convite à tolerância 
    E apaga ofensa e distancia
    Para a vitória do amor.

    Alma irmã, nunca te esqueças
    De que a Terra é a nossa escola,
    O que aflige ou desconsola
    São sempre lições de luz.

    Dificuldade e desgosto
    Das horas amarguradas,
    Significam tomadas
    De ligação com Jesus.


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