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O ouro que reténs
Voltará para as arcas
Das quais te veio às mãos.

A casa em que resides
Abrigará, mais tarde,
Moradores diversos.

A roupa que te asila
Dirige-se ao monturo
De onde ressurgirá,
Renovada de todo,
Acolhendo outras formas.

O pão de que te nutres
Alimenta-te e passa...

As afeições queridas
Que te enfeitam as horas
De beleza e ternura
São jóias de carinho
Do tesouro de Deus.

Ajudar é ajudar-se.
Trabalhar é aprender.
Servir é entesourar.

Não olvides, portanto,
Que possuís tão somente
O que dás de ti mesmo
No amparo dos semelhantes,
Porque o bem que oferendas
Aos irmãos de jornada
É crédito de luz
A enriquecer-te a vida,
Nos caminhos da Terra,
E nas bênção do Céu.


Por: Emmanuel, Do livro: Correio Fraterno, Médium: Francisco Cândido Xavier


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