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Quanta alegria e paz nós sentimos quando da entrega de presentes no natal; ver os olhinhos das crianças se enchendo de um brilho incomum; o doce sorriso que brota daquelas bocas que muitas vezes nem sabem articular palavra alguma; e a família destas crianças, as mães exultando graças a Deus pelo compartilhar da alegria dos próprios filhos; os pais, os irmãos, os vizinhos, etc ....
Parece que nesse momento somos possuidores de uma poção mágica que a tudo transforma, a tudo ilumina. O alimento entregue para aqueles que nada teriam para comer se não fosse aquele que foi entregue...
Uma alegria também incomum também nos invade e nos vemos participar de um mundo diferente, nosso coração se sente mais aliviado e nossa consciência tranquila pelo dever cumprido.
Louvável tais sentimentos, louváveis ações de fraternidade, louvável caridade, apesar de nesta, encontrarmos muitas vezes os aplausos da sociedade, o agradecimento dos beneficiados, enfim, um certo reconhecimento por aquilo que fizemos.
Creio ainda que mais louvável é aquela caridade que praticamos no silêncio das paredes de nós mesmos, quando temos um companheiro difícil pela frente. Quando preferimos calar para não causar um mal maior, quando, sem se imaginar superior, aceitamos o outro como ele é, sem querer alterá-lo.
Não temos aplausos, não temos agradecimentos, apenas temos nós e nossa consciência.
Maior ainda se torna essa caridade quando, além de aceitar o outro como é, amamo-lo como uma obra incomum de Deus.
E quando estivermos com esse alguém e ele por seus motivos chorar,e nós, num impulso de quem esquece de si mesmo, dos seus próprios sentimentos de dor, busca no bolso o lenço para entregar ao outro que chora para que ele enxugue suas lágrimas, e verificamos que ele ainda está úmido por ter enxugado as nossas lágrimas que acabamos de derramar. Aí sim, estamos exercitando a verdadeira Caridade Cristã, a Divina.


Por: Idalina, Caso tenha ou possua, envie-nos a referência desse texto.


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