Conversa em Noite Fria

    "O amparo que ofereces aos recém-nascidos,
    É proteção e amor para os Entes queridos".

    Sofres por bagatela, alma fraterna e boa,
    Qualquer falta de alguém te fere e te atordoa.

    Uma colcha rompida, um ônibus que atrasa,
    Um menino que reina, uma barata em casa.

    Pensa, no entanto, em teu leito macio,
    Nos irmãos sem pousada a tremerem de frio.

    Olha o filho que tens, sob a lã trabalhada
    E recorda a criança na calçada.

    Revisa a própria mesa farta, em cada novo dia,
    Quando a tanto doente um caldo alegraria.

    Vai ver mães sozinhas, rua afora,
    Solicitando um pão para o filho que chora.

    Anota os pobres mendigos em feridas,
    Que oram sob as pontes esquecidas.

    Vê a penúria extrema e, depois volta aos teus!...
    Sentirás em teu lar um palácio de Deus.


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