
Vigilância, por André Luiz
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"A guerra desaparecerá quando os homens compreenderem a justiça e praticarem a lei de Deus."
(Livro dos Espíritos Cap. VI, parte 3)
Quem se faz digno de cultivar e esparzir esperança, semear e colher bondade, arrosta os riscos do sacrifício, está credenciado a ganhar a paz.
A paz do ambicioso é como neblina que, toldando o sol, se dilui ante sua forte claridade e a potência do seu calor.
Diante da fonte inexaurível do silêncio, após a refrega da luta, o trabalhador digno repousa ouvindo a melodia da paz que sua alma canta.
A paz do amor em plenitude de confiança como conseqüência natural do amor à paz.
O pensamento reto se transforma em arco e o coração tranqüilo, qual violino sensível, entoa delicada canção de paz em homenagem à vida.
Com as mãos trêmulas de ansiedade o artesão dos sonhos despedaça o tecido fino da paz da realidade.
Nenhuma sombra de remorso chorando tristeza, voz nenhuma clamando revolta, somente silêncio de esperança murmurando paz no recinto iluminado do espírito confiante.
Poemas de Paz: por Simbá
Poemas de Paz: por Simbá