Doutrina Espírita na Filosofia Popular

    Quem abrolhos semeia, espinhos colhe.
    Não há pior cego que aquele que não quer ver.
    Hora a hora Deus melhora.
    Deus ajuda a quem trabalha.
    Fazer o bem sem olhar a quem.
    Junta-te aos bons e será um deles, junta-te aos maus e será pior.
    Enfermo impaciente perturba o médico.
    Mais vale a saúde que a riqueza.
    Mais vale vigiar que arrepender-se.
    Serviço tudo vence.
    Os pés vão no rumo do coração.
    Quem escuta aprende.
    Se queres que os outros façam por ti, faze por eles.
    Se olhas para trás dificilmente chegarás.
    Silêncio também é resposta.
    Antes sozinho que mal acompanhado.
    Um belo hábito é uma bela apresentação.
    Perdoa aos outros, mas não a ti mesmo.
    Muito faz quem faz o que pode.
    Muito faz quem bem fala.
    Não procures figos nos espinheiros.
    Enquanto dispões de tempo coloca as cousas no lugar certo.
    Ajuda-te e Deus te ajudará.

    O Espiritismo, dando-nos a conhecer o mundo invisível que nos cerca e no meio do qual vivíamos sem o suspeitarmos, assim como as leis que o regem, suas relações com o mundo visível, a natureza e o estado dos seres que o habitam e, por conseguinte, o destino do homem depois da morte, é uma verdadeira revelação, na acepção da palavra.
    Qual a verdadeira doutrina do Cristo? Os seus princípios essenciais acham-se claramente enunciados no Evangelho. Ë a paternidade universal de Deus e a fraternidade dos homens, com as conseqüências morais que daí resultam; é a vida imortal a todos franqueada e que a cada um permite em si próprio realizar “o reino de Deus”, isto é, a perfeição, pelo desprendimento dos bens materiais, pelo perdão das injúrias e o amor ao próximo.
    Para Jesus, numa só palavra, toda a religião, toda a filosofia consiste no amor:
    “Amai os vossos inimigos; fazei o bem aos que nos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam; para serdes filhos de vosso Pai que está nos céus, o qual faz erguer-se o seu sol sobre bons e maus, e faz chover sobre justos e injustos. Porque, se não amais senão os que vos amam, que recompensa deveis ter por isso? (Mateus, V. 44 e segs.)”.


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