
Vigilância, por André Luiz
Muitos se perguntam há cerimônia de casamento na Doutrina
Espírita.
Algumas vezes a mídia voltada às celebridades divulga artistas que realizaram
“casamento espírita”.
A doutrina codificada por Allan Kardec ensina que no espiritismo não há rituais,
dogmas e liturgias sacramentais.
O Espiritismo orienta que a família é à base da sociedade, que a união das
pessoas deve acontecer entre suas almas e não simplesmente de forma corporal.
Os casais se formam para dar prosseguimento aos planos traçados antes da
reencarnação. Uma família é formada por espíritos afins ou pela necessidade de
estarem juntos, com o objetivo do progresso intelectual, moral e espiritual.
A união entre almas dispensa aparatos religiosos e festas luxuosas. Os espíritas
podem até reunir amigos e familiares para uma celebração da união, contando com
um dirigente espírita para falar algumas palavras do Evangelho Segundo o
Espiritismo sobre a importância do casamento e do amor, mas isto não se
configura como uma cerimônia de casamento espírita.
O Espírito Santo Agostinho fala sobre a família no livro o Evangelho Segundo o
Espiritismo:
“Formam famílias os espíritos que a analogia dos gostos, a identidade do
progresso moral e a afeição induzem a reunir-se. Esses mesmos espíritos, em suas
migrações terrenas, se buscam, para se agruparem, como o fazem no espaço,
originando-se daí as famílias unidas e homogêneas. Se, nas suas peregrinações,
acontece ficarem temporariamente separados, mais tarde tornam a encontrar-se,
venturosos pelos novos progressos que realizaram. Mas, como não lhes cumpre
trabalhar apenas para si, permite Deus que espíritos menos adiantados encarnem
entre eles, a fim de receberem conselhos e bons exemplos, a bem de seu
progresso.
Esses espíritos se tornam, por vezes, causa de perturbação no meio daqueles
outros, o que constitui para estes a prova e a tarefa a desempenhar.
Acolhei-os, portanto, como irmãos; auxiliai-os, e depois, no mundos dos
espíritos, a família se felicitará por haver salvo alguns náufragos que, a seu
turno, poderão salvar outros”. (Paris,1862 – cap.XIV – Honrar vosso pai e vossa
mãe – ESE)
Portanto a cerimônia pode ser importante ainda para algumas pessoas, mas a
verdadeira união de laços afetivos é a prioridade em um casamento.
Fonte: RBN
Dia 01 de 1858
Em Paris, França, Allan Kardec funda a Sociedade Parisiense de Estudos
Espíritas.
Dia 01 de 1918
Nasce em Buquim, no sul de Sergipe, José Martins Peralva Sobrinho, mais
conhecido como Martins Peralva. Desencarna em 3 de setembro de 2007, em Belo
Horizonte, MG.
Dia 01 de 1972
O Jornal Mundo Espírita, da Federação Espírita do Paraná, muda seu formato para
tablóide, com 12 páginas e circulação mensal.
Dia 01 de 1994
Aberto o 3º Encontro Confraternativo de Juventudes Espíritas do Paraná, em Campo
Largo, com Raul Teixeira. Tema: A busca da identidade. Evento encerrado em 3 de
abril de 1994.
Dia 01 de 2001
Encerramento do 5º Simpósio Paranaense de Espiritismo, no Ginásio de Esportes do
Círculo Militar do Paraná, em Curitiba, com o tema Espiritismo, educação para a
paz, com a coordenação de Divaldo Pereira Franco e Raul Teixeira. Abertura no
dia 30 de março de 2001.
Dia 01 de 2005
O Jornal Mundo Espírita, da Federação Espírita do Paraná, muda a sua
diagramação.
Dia 02 de 1869
Em Paris, França, é sepultado o corpo de Allan Kardec, no cemitério de
Montmartre.
Dia 02 de 1901
Em Juiz de Fora, MG, fundado o Centro Espírita União, Humildade e Caridade,
considerado o primeiro Centro Espírita daquela cidad... Saiba mais...