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Ontem – corsário afamado,
Matava sedento de ouro...
Hoje – menino enjeitado
A beira do ancoradouro.

Ontem – mulher de ilusão,
Mentiras e cabriolas...
Hoje – bendita prisão
De pratos e caçarolas.

Ontem – autor insensato,
Ganhando á custa do vicio...
Hoje – doente sem tato,
Vivendo com sacrifício.

Ontem - tirano na praça,
Falava insincero em tudo...
Hoje – mendigo que passa,
Gaguejando, tartamudo.

Destino desventura?!...
Nada disso, meu irmão,
Presente mostra o passado,
Bendita a reencarnação!...


Por: Chiquito de Moraes, Do livro: Orvalho de Luz. Médium: Francisco Cândido Xavier


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