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D. Maria Rita era médium de incorporação.

Embora os achaques constantes, era devotada ao serviço.

Trabalhava com afinco, organizando a sopa que o Centro Espírita oferecia aos mais carentes.

Confeccionava enxovais para os recém-nascidos.

Aplicava passes aos enfermos.

Orientava os jovens.

No entanto, estava sempre atormentada por muitas dores. Distúrbios estomacais, cefaléias, reumatismo...

Um dia, logo após deitar-se, saiu de forma consciente do corpo, encontrando-se com Logogrifo, o vigilante guia espiritual que lhe orientava as atividades da terra.

- Bondoso amigo – principiou por dizer à serva do bem – tenho feito o que posso...Luto comigo mesma para perseverar na tarefa, mas o meu fardo pesa muito...Peço-lhe que interceda por minha saúde, pois estou cansada de médicos e remédios...

E meio sem jeito, arrematou: Será que já não tenho merecimento suficiente para me livrar de vez dos males que me atormentam?!

Fitando-a, sorridente e afável, o protetor simplesmente indaga:
- Minha irmã, e se você se liberasse dessas pequeninas indisposições orgânicas que a mantêm vinculada à , distanciando-se do caminho em que vem cumprindo com fidelidade os deveres que competem?!

D. Maria Rita nada respondeu, contudo dali para frente, o seu semblante, antes carregado e taciturno, iluminou-se de uma nova alegria.


Por: Irmão José, Do livro: Tende Bom Ânimo, Médiuns: Francisco Cândido Xavier e Carlos Baccelli - Espíritos Diversos


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