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João da mata espichou no boqueirão.
Tirava pau no Morro do Esqueleto
Para o serviço novo do coreto,
Caiu, gritou. . . morreu de Supetão.

“Sa” Biluva na Roça do Pilão.
Magrela de paixão que nem graveto,
Vivia de clamar, toda de preto:
- “Quero ver João, meu Deus! Quero ver João!. . .

O espírito de João com dó da viúva,
Veio uma noite e disse: - “Sa” Biluva,
Não chore, minha velha! Eu não morri!. . .

Mas, Biluva assungando a cruz de ferro,
Rebolou o colchão, soltando um berro:
- “Te arrenego, capeta! Sai daqui!. . .


Por: Cornélio Pires, Médium: Francisco Cândido Xavier


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