Comentários Postados

OBRIGADO PELAS MENSAGENS ENVIADAS AO LONGO DESTES ANOS


obrigado a vocês pelas mensagens enviadas para mim ao longo destes anos , eu espero elas com muita expectativa e alegria e ao longo deste tempo elas muito tem me ajudado e aqueles a quem as repasso!! Há vocês todos o meu muito obrigado!!!!!!!!!!!!!! Ercio São Leopoldo Rio Grande do Sul
Postado por Ercio - (email: sem registro).

ESPERANÇA


Açodo assustada com a vida da famīlia ,entrei no email encontrei caminho da luz ,o qual estou agarrando de esperançapara melhorar minha mente...obrigada
Postado por Sandra Lúcia - (email: sltsandra@yahoo.com.br).

CONTINUAR RECEBENDO MENSAGENS


Caríssimos irmãos, sei que o canal correto de contato é este- porém peço desculpas por não conseguir outro - porém o que traz até vocês - é que jamais quero deixar de receber as reconfortantes mensagens dessa Confiável e Respeitável Instituição de Caridade. - Em virtude de desativação do e-mail do IG. estou enviando um outro e-mail para dar sequência no recebimento. Atenciosamente, Um fraterno abraço. José Edson Bonfim e-mail: = joseedsonbonfim@gmail.com
Postado por jose edson bonfim - (email: joseedsonbonfim@gmail.com).

INFORMES SOBRE A BIOGRAFIA DE NINA ARUEIRA


Maria da Conceição Arueira, melhor conhecida como Nina Arueira (Campos dos Goytacazes, 7 de janeiro de 1916 – Rio de Janeiro, 18 de março de 1935) foi uma escritora,jornalista, líder sindical e poetisa brasileira. Infância Filha de Lino Arueira e de sua esposa, Maria Magdalena Rocha e Silva, desde a infância demonstrou qualidades invulgares. A sua avó chamava-a de "Pequenina", e os familiares apenas de "Nina", pseudônimo que viria a adotar na adolescência. Aos cinco anos de idade já teria lido um livro de Victor Hugo e ditava pequenas poesias que o seu pai anotava e que, mais tarde, seriam selecionadas e publicadas no periódico "Rindo", sob o pseudônimo de "Princesa de Vera Cruz". No dia 15 de julho de 1924, então com oito anos de idade, foi escolhida para, numa grande comemoração cívica municipal, receber o primeiro bispo da cidade de Campos dos Goytacazes, D. Henrique César Fernandes Mourão. Adolescência Em 1928, então com doze anos de idade, perdeu o pai, passando a auxiliar a mãe no pequeno comércio da família. Este é um momento de grande amadurecimento da jovem e as observações que ali faz acerca da sociedade, das relações trabalhistas e da hipocrisia reinante na mesma, se refletirão nos seus futuros texto e poesias. Aos quinze anos, ingressa no Liceu de Humanidades de Campos, onde a sua fama de articulista e crítica se difunde. Realizou conferências no teatro da cidade, nas quais criticou instituições como a Igreja Católica, o capitalismo e outras. É deste período o seu manifesto "À Mocidade de Minha Terra". Por suas ideias, enfrentou críticas e perseguições por parte de outros jornalistas e pessoas da cidade. Ainda no liceu, conheceu Clóvis Tavares e Adão Pereira com os quais fundou um jornal estudantil. O grupo foi o responsável por apresentar à sociedade campista o Modernismo. Abandonou o liceu por estar insatisfeita com a metodologia educacional ali utilizada. A militância na UJC Nos dias difíceis no início da década de 1930 no Brasil, e em meio às preocupações familiares, filia-se à União da Juventude Comunista, juntamente com seus dois amigos do jornal estudantil. Inicia-se para a jovem um período de lutas: cansada dos debates escritos, vai para a porta das fábricas, onde organiza comícios e funda sindicatos. Ainda neste período, passa a frequentar a Sociedade Teosófica como que a buscar a religiosidade que lhe faltava no movimento do operariado, e apaixona-se por Clóvis Tavares, o companheiro de todos os momentos. Em 1 de maio de 1934, durante o grande comício na Praça do Santíssimo Salvador em Campos, o casal foi convidado a discursar para os trabalhadores. Durante a fala de Clóvis, alguém na multidão ateou fogo à bandeira nacional, fato encarado pela polícia presente como uma afronta ao Governo. Na repressão resultante, Clóvis foi detido e Nina escapou. Durante o período em que Clóvis ficou detido, continuaram a se corresponder, mas Nina afastou-se da militância política e começou a dedicar-se a questões transcendentais. Neste período, foi de grande valia a amizade do Sr. Virgílio de Paula, que Nina chamava carinhosamente de "vovô Virgílio". Profundamente deprimida, a jovem contraiu tifo, transferindo-se para a residência de Virgílio de Paula, para melhor ser cuidada. Aqui continuou a escrever e debater com uma lucidez que espantava os poucos que tinha a coragem de ir visitá-la, vindo a falecer.
Postado por irani garbuglio - (email: iranigarbuglio@gmail.com).

AGRADECER


Sou grato por semanalmente receber desta comunidade CAMINHOS DE LUZ, mensagens de incentivo à melhora e evolução espiritual. Em 2015, estivemos jun tos...almejo que em 2016, possamos continuar. Meu carinho e amor em Cristo à todos...encarnados e desencarnados desta casa Espírita.
Postado por ALFREDO MOCELIN - (email: fredmocelin44@hotmail.com).

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