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NÃO SE TRATA DE SINAL DOS TEMPOS, E SIM...


É, nos dia de hoje, matar tem sido comum no dia-a-dia do senciente. Afinal, banalização..., patogenia..., ou a falta de amor e de Deus nos corações de cada um de nós, tem sido o caminho mais curto encontrado para o inferno construído pelo que nos inserimos em humanidade, nesses idos do séc XXI, ou como queiram, a Era Interplanetária tão flamante nas tragédias e morticínios abomináveis que se avolumam a cada dia em meio a turbulência do mundão fervilhante de provações a que estamos submetidos, inexoravelmente. Do bestiário ao bestial, o homem, a besta, o homem-besta, a besta-homem, o homem-malvadeza, o apocalipse... Por fim, a Justiça. Como se mata, sô!... “Ó Deus, concede-me a serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, a coragem para mudar as coisas que posso, e a sabedoria para saber a diferença”. Olcimar é apenas um senciente CidadedeNiteróiRJBrasilBR-
Postado por Ramiclo - (email: krishnaockrishna@hotmail.com).

TRIBUTO ÀS MULHERES...


Um tributo às mulheres que sorvem a taça da vida como lhes é servida, no samsara nosso de cada dia. Um brinde a você e a sua taça... Não me pergunte quem é Dorothy Dix, a senciente que discorre sobre momentos de sua vida, envoltos em uma gama de provações e desafios que teve que enfrentar com galhardia, altivez, equilíbrio e sabedoria... Não, nada de pretensão de minha parte fomentar o senso ideológico e dogmático, de um texto extraído de um compêndio de autoajuda, cujo título e autor, creio que ainda hoje desperte o interesse de leitores ávidos por desvendar muitos dos mistérios que nos acercam de nós mesmos... e a nicomaquéia... de Aristóteles que nos enredam no entrelaçamento do bem comum e do sumo bem... ...O homem vê o seu passado, e julga a si mesmo! Não existe juiz mais severo do que o próprio Homem. Nós não sentamos “tremendo” diante de um Deus; sentamo-nos, e vemos tudo que fizemos e tudo quanto já tivemos a intenção de fazer... Suportei ontem. Posso suportar hoje. Dorothy Dix Passei pelas profundezas da pobreza e da enfermidade. Quando me perguntam o que me fez prosseguir através de todos os obstáculos e dificuldades que geralmente nos acontecem, sempre respondo: Suportei ontem. Posso suportar hoje. E não permito a mim mesma pensar no que poderá acontecer amanhã. Passei por privações, lutas, angústias e desesperos. Precisei sempre trabalhar até além das minhas forças. Quando olho para trás, vejo a minha vida como um campo de batalha, cheio de destroços de sonhos mortos, esperanças malogradas, ilusões desfeitas – uma batalha de que sempre participei com todas as vantagens tremendamente contra mim, e que me deixou marcada, contundida, mutilada e prematuramente envelhecida. Apesar de tudo, não sinto piedade por mim; não tenho lágrimas para derramar sobre o passado e as tristezas que se foram; não invejo as mulheres que foram poupadas de tudo pelo que passei. Porque vivi. Elas apenas existiram. Sorvi até o fim a taça da vida. Elas apenas passaram os lábios pela espuma da superfície. Conheço coisas que elas jamais conhecerão. Vejo coisas ante às quais elas estão cegas. Só as mulheres cujos olhos foram lavados pelas lágrimas conseguem adquirir a visão ampla e clara que se torna assim como uma espécie de irmãs. Estudei na grande Universidade dos Grandes Golpes, uma filosofia que não é adquirida por nenhuma mulher que viveu uma vida suave. Aprendi a viver cada dia como ele se apresenta e a não tomar emprestadas inquietações com receio do dia de amanhã... É a sombria ameaça do quadro criado pela imaginação o que nos acovarda. Afastei de mim esse receio, pois a experiência me ensinou que, quando chega o momento que tanto temia, encontro sempre a compreensão e a energia para enfrenta-lo. Os pequenos aborrecimentos já não tem o poder de afetar-me. Depois que já se viu desmoronar o edifício da própria felicidade, e que se ficou só em meio das ruínas, nunca mais nos importa que a criada esqueça de colocar as toalhas junto dos bowls de lavar os dedos, ou que a copeira derrame a sopa. Aprendi a não esperar demasiado das pessoas e, assim, posso ainda sentir-me feliz com um amigo que não é muito sincero ou com um conhecido que costuma falar dos outros. Acima de tudo, adquiri sense of humor, pois há muitas coisas diante das quais eu teria de rir ou de chorar. E quando uma mulher sabe rir dos seus infortúnios, em lugar de entregar-se a crises histéricas, nada mais pode feri-la muito, novamente. Não lamento as aflições porque passei, pois através delas, senti a vida sob todos os seus aspectos. E isso valeu o preço que tive de pagar. Ó Deus, concede-me a serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, a coragem para mudar as coisas que posso, e a sabedoria para saber a diferença. (Oração de São Patrício) Olcimar é apenas um senciente, no Samsara CidadedeNiteróiRJBrasilBR8:24domingo02junhoano2013 OanodaSerpentedeÁgua
Postado por Ramiclo - (email: krishnaockrishna@hotmail.com).

PARABENIZAR PELO ESPAÇO CONCEDIDO


Ha momentos em nossa vida que sentimos necessidade de dialogar com alguem e quando não a temos por perto optamos pela escrita. Vocês do Caminho de Luz tiveram uma ideia iluminada ao abrir esse espaço para as pessoas manifestarem seus conhecimentos e ou opiniões a respeio da Doutrina Espírita. Recebam os meus cumprimentos e que Deus nos ilumine sempre. Eivacir
Postado por Maria Eeeeivacir de Pinho - (email: eivacir@yahoo.com.br).

BAGAGEM PARA A ETERNIDADE


ESPIRITISMO Jornal da Manhã, Marilia, 25.09.2005 Nery Porchia BAGAGEM PARA A ETERNIDADE “a vida na Terra é somente uma passagem....” Um dia me perguntaram como poderíamos entender a nossa passagem pela terra. Muita gente acha que sabe, que a passagem terrena é um castigo, outros já julgam que passam pela terra para gozos mundanos.... Será que estão certos? Acho que não, mas vou tentar dizer o que penso sobre a nossa passagem terrena. Vou começar transcrevendo um pequeno texto que recolhi, sem indicação do autor, mas serve como ponto de partida para situar o que somos, a que viemos e o que poderemos esperar desta nossa viagem. Eis o texto: “O TURISTA Conta-se que no século passado um turista americano foi à cidade do Cairo no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio. O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco. - Onde estão seus móveis? – perguntou o turista. E o sábio perguntou também: - E onde estão os seus...? - Os meus?! – surpreendeu-se o turista. – Mas eu estou aqui só de passagem! - Eu também.... – concluiu o sábio.” Encontrei também um pensamento, “A vida na Terra é somente uma passagem... No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente, e esquecem de ser felizes”. Vejamos o que é eternidade... Na minha concepção eternidade é o plano espiritual onde vamos viver a vida futura de que nos falava o Mestre Jesus, e que encontramos no Evangelho Segundo O Espiritismo no Capítulo II, itens 1 a 4, segundo o texto de Mateus, Cap. XVIII, vv, 33, 36 e 37: “Pilatos, tendo entrado de novo no palácio e feito vir Jesus à sua presença, perguntou-lhe> És o Rei dos Judeus? Respondeu-lhe Jesus: Meu Reino não é deste mundo. Se o meu Reino fosse deste mundo, a minha gente houvera combatido para impedir que eu caísse nas mãos dos Judeus; mas o meu reino ainda não é aqui....” O que podemos entender daí é que com essas palavras Jesus quis mostrar com clareza que se referia à vida futura, apresentado-a como a meta que a humanidade deve perseguir para atingir a felicidade plena. Nos estudos doutrinários vamos encontrar o conceito de que a vida futura é a vida espiritual, com a passagem, claro, pela vida corporal, e é atingível graças à Justiça Divina, que jamais impõem sacrifícios a uns e faz felizes a outros. A Justiça Divina proporciona a aquisição de méritos pelas obras e ações. Para alcançar a vida futura temos que conquistar valores morais e éticos que capacitam esse retorno à Pátria Espiritual com bagagem suficiente para sermos recebidos pelos próprios méritos. E como podemos acumular essa bagagem? O Espiritismo veio nos ajudar a conquistar o direito de chegar a uma morada na casa do Pai, como disse Jesus que “Existem muitas moradas na casado Meu Pai.” Uma das obras do Pentateuco de Kardec que pode nos elucidar sobre a vida futura é o livro “O Céu e o Inferno”, que também é denominado de “A Justiça Divina segundo o Espiritismo”, em consonância com o princípio evangélico “A cada um segundo suas obras” E quais são as obras que podemos classificar para a nossa bagagem? Começa pela caridade, a caridade pura e não a caridade praticada por ostentação ou por piedade. A caridade deve ser praticada direto do coração. Podemos dizer que o perdão é uma caridade que se pratica com nosso ofensor, nosso desafeto. Mas deve ser o perdão puro e verdadeiro, aquele que é concedido “a portas fechadas”, e sem que humilhemos o irmão que estamos perdoando. Outras qualidades que podemos levar como bagagem são a humildade, a benevolência, a paciência, a mansuetude, a misericórdia. Todas essas ações só saberemos praticar quando tivermos no coração o amor ao próximo sem limites, como Jesus nos disse para Amar-nos uns aos outros como Ele nos amou. Esse sentimento habita os que tem o coração puro, o homem de bem. Algumas pessoas se consideram felizes quando atingem um montante muito alto de bens materiais... casas luxuosas, viagens custosas, prazeres mundanos...Essa não é a verdadeira felicidade, é a felicidade do egoísmo e da luxúria. A verdadeira felicidade vamos encontrar quando nos esforçarmos para corrigir nossos defeitos, quando soubermos entender e seguir os ensinos de Jesus, quando sentirmos-nos mais felizes pela felicidade do próximo. Esse é o caminho. Praticar boas ações, não sentir inveja e tampouco cobiça.. E o Espiritismo veio para nos ensinar como atingir essa meta, mostrando-nos provas da existência da felicidade na vida futura, utilizando de relatos através das relações estabelecidas com aqueles que não estão mais na terra, os espíritos desencarnados. Essas relações apresentam aos homens donde eles vêm, ou para onde vão, e o futuro que os espera. Mostra que a fraternidade entre os encarnados não é apenas um dever moral, mas uma necessidade que sela o caminho para a vida futura. nery.aporchia@terra.com.br
Postado por nERY pORCHIA - (email: nery.aporchia@terra.com.br).

QUE TAL COMEMORAR SUA FESTA COM UM COPO DE LEITE?


Por que se considera que somente o álcool é próprio para comemorar um evento? Como seres imperfeitos que somos, nos prendemos sempre ao lado negativo de tudo o que nos chega ao conhecimento. Maus costumes e vícios se nos tornam os melhores condutores de vida. Quando somos jovens, para participar do grupo de amigos, aprendemos a fumar ( e muitas vezes a usar drogas), aprendemos a beber, porque muitas vezes nos chega aos ouvidos a pergunta: “Você não é homem?” Para sermos aceitos pelo grupo, descemos ao mais baixo nível dizendo palavrões, praticando maus atos ou falando da nossa vida íntima. A mídia está repleta de estímulos ao alcoolismo. Propaganda de bebidas alcoólicas, e o pior, feita por artistas que não tem em conta sua responsabilidade perante Deus de transmitir às pessoas exemplos e sentimentos bons. As novelas cultuam o álcool. Os personagens, para resolver determinado problema, tem que tomar um “drink” antes, durante ou depois da conversa. As propagandas de bebidas só mostram gente feliz, sorridente, estimulando ainda mais o alcoolismo do povo, como se a alegria de viver estivesse relacionada com o álcool que se ingere. As mulheres, em nome da tão falada igualdade feminina, nivelam-se por baixo com os homens sentando-se nos bares com uma garrafa de cerveja, quando deveriam igualar-se procurando o que os homens tem de bons exemplos. Vejo na minha prática profissional, as pessoas dizerem que não tomam leite porque sentem nojo. E quando pergunto o motivo do nojo e digo que quando eram crianças tomaram leite, não sabem explicar. Outras substituem o leite por refrigerante no café da manhã. E sinceramente não creio que o façam porque não saibam que o leite é muito mais nutritivo do que uma dose de álcool ou de um copo de refrigerante. Afinal, em todos os mamíferos, o alimento secretado pela mãe é o leite e não o álcool ou o refrigerante. Se fazemos uma festa em nossa casa, temos que ter a bebida como atrativo dos amigos, porque se não enchemos os seus “tanques” eles não comparecem. Não vão às festas onde não há o álcool. E tantas pessoas, ainda que disfarçadamente fornecem bebida em festas infantis. Outras já começam a dar cerveja às crianças desde bebês. Escolhas erradas! Valores distorcidos! Não podemos nos esquecer de que somos responsáveis perante as Leis Divinas, quando estes mesmos amigos saem de nossa casa alcoolizados e sofrem um acidente por causa da bebida que fornecemos a eles. Ainda mais se somos cristãos espíritas, porque temos o conhecimento da Lei de Causa e Efeito. Por que não se pode comemorar um grande evento com um copo de leite? Por que não se pode levantar um brinde com um copo de leite nas mãos para comemorar a alegria de um aniversário, de um casamento, do novo ano que chega, da formatura de um filho ou da nossa própria formatura? Um grama de álcool fornece 7 quilocalorias, enquanto um grama de proteína fornece 4 quilocalorias. Portanto, o leite não engorda. E como espíritas também sabemos que conforme nosso vício, temos companhias espirituais afins. Se bebemos, temos nossos afins espirituais que bebem conosco. Portanto, não nos sintamos “caretas” por não bebermos, não fumarmos, não freqüentarmos motéis, que, segundo Divaldo Franco e Raul Teixeira, estão repletos de espíritos ligados ao sexo desvairado, não falarmos palavrões, etc. Cada um deve procurar sua melhoria espiritual. É isso o que a doutrina nos ensina. Este é o caminho que leva ao Divino Mestre. Recomendo a palestra de José Raul Teixeira, chamada Espalhamento Obsessivo I e II, presente no youtube. Esta palestra também poderá ser adquirida no site www.editorafrater.com.br
Postado por Orleide Felix de Matos - (email: innamorataditalia@gmail.com).

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