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Jungido à teia da carne,
Não te esqueças do porvir,
Que amanhã serás chamado
Ao toque de ressurgir.

Procura, quando puderes,
A bênção da educação.
Pensamento sem cultura
É força sem direção.

Consagra-te à temperança
Se queres vida segura.
Quem mais se farta no corpo,
Na Terra, é quem menos dura.

Saúde é dever correto
Por divino cativeiro.
Cabeça desocupada
Desajusta o corpo inteiro.

Diante da adulação,
Silencia, ajuda e passa.
A lisonja é como o fogo
Que consome a quem abraça.

Em matéria de calúnia,
Sarcasmo e perseguição,
Acende no esquecimento
A luz da renovação.

Embora servindo a todos,
Recorda quem te auxilia.
A gratidão verdadeira
Paga juros todo dia.

A fortuna de quem vive
Simplesmente para o gozo,
É como linda alvorada
De um dia calamitoso.

Por solução aos problemas
E às dores de toda idade,
Não olvides que o remédio
Será sempre a caridade.

Cristão de belas palavras,
Sem trabalho redentor,
É qual orquídea encravada
Na plantação do Senhor.


Por: Casimiro Cunha, Do livro: Pássaros Humanos, Médium: Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos


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