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A reencarnação pressupõe a volta do espírito a novos corpos de carne continuando assim na sua escalda evolutiva. Dá-se apenas no reino hominal, sendo falsa a crença na possibilidade de nascer como animal. Até então uma crença milenar, as evidências da realidade da reencarnação começam a avolumar-se em catadupa. Ora veja!
Já no tempo dos primeiros cristãos se acreditava na reencarnação, só que como este termo não existia chamava-se a essa crença «ressurreição». Em essência acreditava-se na volta das almas a novos corpos, em novas vidas, fato este largamente documentável no testamento'>novo testamento.
Quando apareceu o termo reencarnação ele pressupunha isso mesmo, re + encarnar + ação, isto é, a ação de voltar à carne.
Segundo outras teorias o ser teria inclusive a tese'>hipótese de voltar com um corpo de animal, numa crença chamada psicose'>metempsicose, mas que o espiritismo demonstra não ser possível já que seria um retrocesso evolutivo.
Estudando a teoria da reencarnação, hoje aceite por cerca de 2/3 da população mundial, de acordo com as estatísticas (embora em moldes diferentes), o homem começa a entender melhor o porquê da vida, de onde vem, para onde vai, qual o seu posicionamento no concerto universal, e qual a causa da dissemelhança da sorte das pessoas. Com a unicidade das vidas Deus afigura-se como um crápula que dá a saúde a uns e a doença a outros, que privilegia uns dando-lhes riqueza e a outros a pobreza, que dá a oportunidade a uns de nascerem em países civilizados, relegando outros para locais de miséria e guerra. Onde a justiça divina perante tanta dissemelhança? Com o estudo da reencarnação, a ideia de justiça, de equidade divina aparece, deixando ao homem dentro do livre-arbítrio, a capacidade de evoluir mais depressa ou mais devagar, ao longo das variadas existências corporais. Assim, cada um colhe na vida presente o somatório das experiências ocorridas no passado, daí a dissemelhança de carácteres, de inteligências, de moralidade existente no nosso planeta. Aquele que procurou a sua evolução moral e intelectual, obrando no bem, voltará como um ser sereno, tranquilo, em busca de novas experiências iluminativas; o que viveu egoísticamente, espezinhando tudo e todos, voltará como um ser intranquilo, com vontade de retificar tudo aquilo que fez de errado numa perspectiva pedagógica, auxiliando assim o homem a evoluir.
«Estas crianças lembram-se e fornecem informações pormenorizadas, exaustivas e rigorosas sobre pessoas que morreram antes de elas terem nascido.»
Ultimamente muitos cientistas se têm dedicado ao estudo dos casos sugestivos de reencarnação, como os meninos prodígio, comunicações espirituais de seres dizendo que vão nascer nesta família ou naquela, com este ou aquele traço característico, regressões de memória que ajudam a identificar fatos desconhecidos da pessoa nesta existência, e por último as crianças que se lembram de vidas anteriores e que dão dados impressionantes da sua vida passada, muitas vezes ainda pesquisáveis, identificáveis, sem que ela tivesse como saber nesta vida ainda tão precoce.
É precisamente nesta área, a das crianças que se lembram de vidas passadas, que o Dr. Ian Stevenson, psiquiatra americano, respeitadíssimo do ponto de vista de rigor científico e credibilidade a nível mundial, tem vindo a dedicar praticamente toda a sua vida. Quase 40 anos ao serviço da pesquisa científica com milhares de casos identificados em todos o mundo de crianças que se lembram da sua vida passada. Não sendo espírita nem crente na reencarnação, os fatos começaram a despertar nele a curiosidade e vontade de pesquisar.
Hoje, aos 83 anos de idade, esteve recentemente no 4º Simpósio «Aquém e Além do Cérebro» organizado pela Fundação Bial e que decorreu na «Casa do Médico» no Porto, Portugal, tendo concedido preciosa entrevista à revista «Notícias Magazine», que sai juntamente com os jornais «Diário de Notícias» e «Jornal de Notícias». Stevenson acha que se pode acreditar na reencarnação com base em provas. Com mais de meia vida à procura de crianças que recordam vidas anteriores, colecionou perto de 3 mil casos, alguns impressionantes.
«Uma pessoa racional pode acreditar na reencarnação com base em prova
Stevenson sabe que é ignorado por alguns dos seus pares, mas o seu trabalho é espantoso. Dos 14 livros publicados, as demonstrações para que os mais racionais acreditem na reencarnação são fantásticas.
Um dia, quando as pessoas se conscientizarem desta realidade haverá profunda alteração no tecido social do planeta, já que o homem sabendo que o seu futuro dependerá do seu agir de agora, não mais fará a guerra, deixará de ser xenófobo, racista, deixará de desprezar o pobre ou o marginal ou a pessoa do outro sexo, deixará de poluir a natureza, pois saberá que na próxima existência ele poderá passar pelas situações até então desprezadas para aprender a valorizá-las dentro da vida como experiências importantes para todos nós.


Por: José Lucas, Caso tenha ou possua, envie-nos a referência desse texto.


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